Polícia Civil investiga a participação de outras pessoas que estavam na propriedade rural onde Priscila Lacerda Custódio, de 24 anos, foi morta, na região de Rifaina. A apuração busca ouvir testemunhas e identificar se mais pessoas tiveram envolvimento, o que pode afetar a condução das buscas pelo principal suspeito e o andamento do caso.
Pessoas que desembarcaram no local
Priscila estava acompanhada do irmão e de uma amiga quando foram à propriedade para devolver uma caminhonete que pertencia a João Roberto Bolelli, de 62 anos. Segundo o boletim de ocorrência, seis ou sete pessoas teriam desembarcado de veículos no momento do crime; Bolelli teria se aproximado em um carro branco acompanhado por ocupantes de outros veículos.
Os investigadores pretendem ouvir essas testemunhas para esclarecer o que aconteceu; até o momento elas não são consideradas investigadas e não há indícios de participação no assassinato. A Justiça expediu um mandado de prisão preventiva contra Bolelli, válido em todo o território nacional; a ordem foi incluída no Banco Nacional de Mandados de Prisão, plataforma usada por corporações como a Polícia Militar de São Paulo.
Seis ou sete pessoas teriam desembarcado de veículos no local no momento do crime.
Relatos de agressão e monitoramento
A investigação também apurou um possível episódio de agressão relatado pela amiga: em 23 de outubro a jovem disse ter sido agredida por Bolelli e a testemunha afirmou ter visto marcas dos ferimentos. A existência do relato de agressão e de ameaça foi confirmada pela apuração, mas as circunstâncias ainda precisam ser esclarecidas.
No depoimento, a amiga afirmou que Priscila estaria sendo monitorada com fotografias em diferentes situações; o atual namorado da vítima disse que Bolelli cobrava a retomada do relacionamento e acompanhava as ações dela. O celular de Priscila foi apreendido e deve passar por perícia para analisar conversas e mensagens que possam esclarecer o crime.
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Perguntas Frequentes
O que a Polícia Civil investiga sobre o caso em Rifaina?
Polícia Civil investiga a participação de outras pessoas que estavam na propriedade rural onde Priscila foi morta. A apuração inclui ouvir testemunhas, aprofundar relatos de agressão e analisar evidências como o celular apreendido.
Como serão ouvidas as testemunhas e onde ocorre a perícia do celular?
Polícia Civil pretende ouvir as pessoas que desembarcaram na propriedade para esclarecer os fatos; elas não são consideradas investigadas até o momento. O celular da vítima foi apreendido e deve ser encaminhado à perícia para análise de conversas e mensagens.
Quando o mandado de prisão contra o suspeito foi expedido e qual o próximo passo?
Polícia Civil informou que a Justiça expediu mandado de prisão preventiva contra João Roberto Bolelli, válido em todo o território nacional. As buscas pelo suspeito continuam e a investigação seguirá ouvindo testemunhas e fazendo perícias para esclarecer a participação de terceiros.



