Venezuela registrou um bombardeio militar contra a guerrilha Exército de Libertação Nacional (ELN) na fronteira com a Colômbia em 31 de outubro de 2026, que deixou várias pessoas mortas, segundo a ONG Fundaredes e uma ativista de direitos humanos à AFP. O episódio aumenta preocupações sobre a proteção de civis na região rural de Apure.
Vídeo mostra corpos e ruínas
A AFP teve acesso a um vídeo que mostra vários corpos espalhados pelo chão, árvores caídas e ruínas de um acampamento em uma zona rural do estado de Apure. A ONG Fundaredes e uma ativista informaram o caso à agência no sábado (31) e relataram mortes na área de fronteira com a Colômbia.
O diretor da Fundaredes, Javier Tarazona, afirmou que um coordenador da ONG viu os primeiros nove mortos na ação; segundo a Agência Brasil, a informação foi divulgada à AFP e tem sido objeto de alerta por organizações locais.
“Temos documentado e denunciado, ao longo de anos, a presença e a atuação de grupos armados irregulares na fronteira venezuelana, bem como as ameaças, o controle territorial e a vulnerabilidade das comunidades”
Pedido de investigação e proteção
A ONG Fundaredes defendeu uma investigação transparente, a identificação dos mortos e a proteção da população civil na região, conforme o comunicado citado pela AFP. A organização pediu também medidas que garantam segurança às comunidades atingidas pela presença de grupos armados na fronteira.
A Fundaredes descreveu o ataque como “o primeiro bombardeio da Venezuela contra o ELN”, segundo Javier Tarazona; a organização exige apuração dos fatos e esclarecimento sobre a responsabilidade pela ação.
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Perguntas Frequentes
O que aconteceu com a ELN na Venezuela em 31 de outubro de 2026?
ELN sofreu um bombardeio militar na fronteira entre a Venezuela e a Colômbia, que deixou várias pessoas mortas, segundo informações repassadas à AFP pela ONG Fundaredes e por uma ativista de direitos humanos. As imagens obtidas pela agência mostram corpos e destruição em um acampamento em Apure.
Quantas mortes a ONG Fundaredes relatou inicialmente?
Fundaredes relatou que um coordenador da ONG viu os primeiros nove mortos na ação, e descreveu ainda a ocorrência como um bombardeio que deixou várias pessoas mortas. A organização pediu identificação das vítimas e investigação transparente sobre o episódio.
Como a ONG Fundaredes pede que a apuração do bombardeio seja feita?
Fundaredes solicitou investigação transparente, identificação dos mortos e proteção da população civil na região de Apure, conforme o comunicado citado pela ONG. A organização também destacou a necessidade de medidas para reduzir a vulnerabilidade das comunidades na fronteira.



