Guarani voltou a conviver com ações trabalhistas movidas por ex-jogadores e profissionais, com pedidos que somam R$ 4.411.176,30; a situação reacendeu alerta nos bastidores do Brinco de Ouro e pode afetar o planejamento do elenco para 2027.
Ações de ex-atletas e comissão técnica
Os processos recentes foram iniciados por nomes como o goleiro Emerson Júnior, o lateral-direito Ynaiã, os meias Diego Torres e Isaque e o atacante Gabriel Silva, além de outros atletas que estudam recorrer à Justiça. O movimento também incluiu o ex-técnico Élio Sizenando, demitido no fim de agosto, que entrou com ação trabalhista contra o clube.
Sizenando, atualmente no Capivariano, reclama R$ 233.044,45 em processo distribuído na 7ª Vara do Trabalho de Campinas. As cifras somadas das ações de Emerson Júnior, Ynaiã, Diego Torres e Isaque chegam a R$ 4.411.176,30, valor que corresponde aos pedidos apresentados nos processos e não representa necessariamente montantes reconhecidos pela Justiça, segundo o CBF.
R$ 4.411.176,30 é o total solicitado nos processos mencionados por ex-atletas e profissionais que passaram pelo clube.
Expectativa pela votação da SAF
A crise financeira do clube se agravou a partir de junho, após a Justiça determinar a reinicialização do processo eleitoral de dezembro por irregularidades no estatuto; isso atrasou a discussão sobre a transformação do futebol em Sociedade Anônima do Futebol. O adiamento fez com que recursos previstos no planejamento financeiro de 2026 não chegassem no ritmo esperado.
A diretoria e a presidência, com Rômulo Amaro em conversas com o executivo Carlos Frontini, concentram-se na votação da proposta de SAF apresentada por Roberto Graziano, prevista para 19 de novembro. A permanência de Frontini no cargo não está garantida; em caso de aprovação, Graziano poderá manter o atual executivo ou indicar outra pessoa e revisar a estrutura do departamento de futebol.
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Perguntas Frequentes
O que mudam as ações trabalhistas para o Guarani?
Guarani enfrenta aumento nos processos movidos por ex-jogadores e por um treinador, com pedidos que totalizam R$ 4.411.176,30. A movimentação reacende preocupação interna sobre o caixa e pode limitar a disponibilidade de recursos para pagamentos e para a montagem do elenco na próxima temporada.
Quando será a votação da proposta de SAF do Guarani?
Guarani tem a votação da proposta de SAF apresentada por Roberto Graziano prevista para 19 de novembro. A aprovação é vista pela diretoria como passo-chave para viabilizar recursos do planejamento financeiro e tentar regularizar pagamentos atrasados.
Como funcionará a transição para a SAF e o que falta confirmar no Guarani?
Guarani diz que a transição envolve discussão da estrutura do departamento de futebol e a definição do executivo que comandará o futebol. Falta confirmar se Roberto Graziano manterá Carlos Frontini ou indicará outro profissional, além dos detalhes contratuais e da autorização formal após a votação.



